Cadastro de rotas de produtos perigosos

Falamos no texto anterior sobre as técnicas de análise estratégicas. Agora focaremos nas técnicas analíticas que são úteis para entender fenômenos estratégicos específicos, sendo:

curva de custos: essa técnica é utilizada para decidir o investimento em novas instalações, medindo o nível de preço quando da saturação da capacidade produtiva e do nível de demanda do produto/serviço.

activity based costing – abc: cada função ou atividade empresarial gera custos que pesam sobre o produto/serviço. Uma análise extremamente detalhada de cada atividade, procedimento ou cadeia produtiva permite comparar seu custo com o valor potencial por ela gerado. Poderá avaliar se deve executá-la ou adquiri-la.
Geração de valor econômico pode provir somente da capacidade de gerenciar os fatores de produção.

curvas em ´S´: normalmente, depois de um começo difícil, uma determinada tecnologia produz grandes melhoramentos de desempenho com limitados investimentos em desenvolvimento. Devemos ter cuidado em comparar uma tecnologia nova com uma em uso. A tecnologia nova tem um potencial de desenvolvimento maior que a ´velha´. É preciso ter coragem de passar de uma para outra.

time to market: é intuitivo que ter a capacidade de desenvolver produtos e serviços muito rapidamente permite chegar ao mercado antes dos concorrentes e usufruir por mais tempo da vantagem competitiva causada pela inovação. Também é sabido que a inovação será copiada ao longo do tempo.
Para uma eficaz estratégia de time to market é preciso rever completamente o modo em que cada produto/serviço, cada procedimento e cada atividade são efetuados de forma a simplificar, acelerar, otimizar e eliminar tempos excessivos.

Cada uma das técnicas tem seus limites, prós e contra. Seria uma reação errada super estimá-las e, ao contrário, evitar sua utilização.

O EHS ou SSMA, precursor do ESG, fará parte de toda e qualquer técnica acima adotada. Na avaliação de terceiros, investir em nova estrutura e negócios inovadores, redução de custos, mitigação de passivos e competitividade.
Conhecer os requisitos obrigatórios, gerenciá-los e aplicá-los fará muita diferença nas decisões a serem tomadas.

A empresa deste século deve conhecer e estar familiarizada com todas as técnicas de análise estratégica e com os registos de EHS e ES.

O conhecimento das técnicas e estratégias são o ponto de partida de uma série de raciocínios e não o ponto de chegada de um processo decisório.

Veja também o artigo Motivar a Aprender na Empresa Competitiva.

Alexandre
BIOTERA trabalha com você e para você

Declaração Anual de Resíduos Sólidos – Requisito legal

Falamos no texto anterior sobre as técnicas de análise estratégicas. Agora focaremos nas técnicas analíticas que são úteis para entender fenômenos estratégicos específicos, sendo:

curva de custos: essa técnica é utilizada para decidir o investimento em novas instalações, medindo o nível de preço quando da saturação da capacidade produtiva e do nível de demanda do produto/serviço.

activity based costing – abc: cada função ou atividade empresarial gera custos que pesam sobre o produto/serviço. Uma análise extremamente detalhada de cada atividade, procedimento ou cadeia produtiva permite comparar seu custo com o valor potencial por ela gerado. Poderá avaliar se deve executá-la ou adquiri-la.
Geração de valor econômico pode provir somente da capacidade de gerenciar os fatores de produção.

curvas em ´S´: normalmente, depois de um começo difícil, uma determinada tecnologia produz grandes melhoramentos de desempenho com limitados investimentos em desenvolvimento. Devemos ter cuidado em comparar uma tecnologia nova com uma em uso. A tecnologia nova tem um potencial de desenvolvimento maior que a ´velha´. É preciso ter coragem de passar de uma para outra.

time to market: é intuitivo que ter a capacidade de desenvolver produtos e serviços muito rapidamente permite chegar ao mercado antes dos concorrentes e usufruir por mais tempo da vantagem competitiva causada pela inovação. Também é sabido que a inovação será copiada ao longo do tempo.
Para uma eficaz estratégia de time to market é preciso rever completamente o modo em que cada produto/serviço, cada procedimento e cada atividade são efetuados de forma a simplificar, acelerar, otimizar e eliminar tempos excessivos.

Cada uma das técnicas tem seus limites, prós e contra. Seria uma reação errada super estimá-las e, ao contrário, evitar sua utilização.

O EHS ou SSMA, precursor do ESG, fará parte de toda e qualquer técnica acima adotada. Na avaliação de terceiros, investir em nova estrutura e negócios inovadores, redução de custos, mitigação de passivos e competitividade.
Conhecer os requisitos obrigatórios, gerenciá-los e aplicá-los fará muita diferença nas decisões a serem tomadas.

A empresa deste século deve conhecer e estar familiarizada com todas as técnicas de análise estratégica e com os registos de EHS e ES.

O conhecimento das técnicas e estratégias são o ponto de partida de uma série de raciocínios e não o ponto de chegada de um processo decisório.

Veja também o artigo Motivar a Aprender na Empresa Competitiva.

Alexandre
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O DESAFIO DA GESTÃO COM O ESG – PARTE 2

Falamos no texto anterior sobre as técnicas de análise estratégicas. Agora focaremos nas técnicas analíticas que são úteis para entender fenômenos estratégicos específicos, sendo:

curva de custos: essa técnica é utilizada para decidir o investimento em novas instalações, medindo o nível de preço quando da saturação da capacidade produtiva e do nível de demanda do produto/serviço.

activity based costing – abc: cada função ou atividade empresarial gera custos que pesam sobre o produto/serviço. Uma análise extremamente detalhada de cada atividade, procedimento ou cadeia produtiva permite comparar seu custo com o valor potencial por ela gerado. Poderá avaliar se deve executá-la ou adquiri-la.
Geração de valor econômico pode provir somente da capacidade de gerenciar os fatores de produção.

curvas em ´S´: normalmente, depois de um começo difícil, uma determinada tecnologia produz grandes melhoramentos de desempenho com limitados investimentos em desenvolvimento. Devemos ter cuidado em comparar uma tecnologia nova com uma em uso. A tecnologia nova tem um potencial de desenvolvimento maior que a ´velha´. É preciso ter coragem de passar de uma para outra.

time to market: é intuitivo que ter a capacidade de desenvolver produtos e serviços muito rapidamente permite chegar ao mercado antes dos concorrentes e usufruir por mais tempo da vantagem competitiva causada pela inovação. Também é sabido que a inovação será copiada ao longo do tempo.
Para uma eficaz estratégia de time to market é preciso rever completamente o modo em que cada produto/serviço, cada procedimento e cada atividade são efetuados de forma a simplificar, acelerar, otimizar e eliminar tempos excessivos.

Cada uma das técnicas tem seus limites, prós e contra. Seria uma reação errada super estimá-las e, ao contrário, evitar sua utilização.

O EHS ou SSMA, precursor do ESG, fará parte de toda e qualquer técnica acima adotada. Na avaliação de terceiros, investir em nova estrutura e negócios inovadores, redução de custos, mitigação de passivos e competitividade.
Conhecer os requisitos obrigatórios, gerenciá-los e aplicá-los fará muita diferença nas decisões a serem tomadas.

A empresa deste século deve conhecer e estar familiarizada com todas as técnicas de análise estratégica e com os registos de EHS e ES.

O conhecimento das técnicas e estratégias são o ponto de partida de uma série de raciocínios e não o ponto de chegada de um processo decisório.

Veja também o artigo Motivar a Aprender na Empresa Competitiva.

Alexandre
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O DESAFIO DA GESTÃO COM O ESG

Buscamos democratizar o ESG e torná-lo acessível a todos os negócios, empresas e pessoas. E o primeiro passo é o EHS – Ambiental e Social – do negócio. Até os anos 2010, a curva da experiência, matriz de portfólio de negócios, análise do sistema competitivo e a análise de cadeia de valor foram as principais […]